terça-feira, 21 de novembro de 2017

Coluna do dia 21/11/17

***Tiê faz lançamento do CD Gaya em show no Teatro Porto Seguro***


Crédito das fotos: Jorge Bispo.

***A cantora e compositora Tiê apresenta Gaya, seu quarto álbum de estúdio (lançado em outubro) em show no Teatro Porto Seguro, dia 28 de novembro, terça-feira, às 21h. 

Produzido por Adriano Cintra e André Whoong, Gayacontou com a participaçãodo cantor Luan Santana, do músico Alexandre Kassin, do compositor Bruno Caliman, da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, do cantor Filipe Catto e da cantora mexicana Ximena Sariñana. 

Ao mesmo tempo que mantém sua identidade de voz suave e letras sinceras, Tiê traz uma nova dinâmica à apresentação, com batidas mais eletrônicas e canções inéditas mais dançantes.


Acompanhada por André Whoong (guitarra, teclado e voz), Gianni Dias (baixo) e Uirá Bueno (bateria), Tiê apresenta as novas Mexeu Comigo (Tiê, Adriano Cintra e André Whoong), Amuleto (Bruno Caliman), Me Faz (Tiê e André Whoong), Duvido (Rafael Castro, Tiê, André Whoong, Adriano Cintra, Nina Anderson e Biboldo) e Pra Amora (Tiê e André Whoong).

Dos CDs anteriores relembra Dois (Tiê e Tiago Petit) do álbum Sweet Jardim (2009), Piscar o Olho (Tiê, Karina Zeviane, Plinio Profeta e Rita Wainer) do CD A Coruja e o Coração (2011) e o sucesso A noite, do CD Esmeraldas (2014), que foi tema da novela I Love Paraisópolis alcançando a marca de 20 milhões de visualizações do seu clipe no Youtube.

Serviço: TIÊ no show Gaya Dia 28 de novembro terça-feira, às 21h Ingressos: R$ 120,00 plateia / R$ 70,00 balcão e frisas Classificação: Livre - Duração: 80 minutos - Gênero: MPB. Teatro Porto Seguro Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo Telefone (11) 3226-7300 - Bilheteria:De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h. Capacidade: 496 lugares. Formas de pagamento:Todos os cartões de crédito e débito (exceto Cabal, Sorocred e Goodcard). Acessibilidade:10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos. Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.


Serviço de Vans: Transporte gratuito Estação Luz – Teatro Porto Seguro – Estação Luz. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. Como pegar: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro. Bicicletário – grátis. Gemma Restaurante:Terças a sextas-feiras das 10h às 19h; sábados das 10 às 18h e domingos das 10h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras até 21h. Vendas: www.ingressorapido.com.br - Site: http://www.teatroportoseguro.com.br

***Projeto Legado completa cinco anos com 100 causas sociais apoiadas***


Crédito da foto: Victor Sant'Ana.

***A conclusão da 5ª edição do Projeto Legado simboliza o marco de 100 organizações sociais apoiadas pela iniciativa que deu origem ao Instituto Legado de Empreendedorismo Social. Desde 2013 a instituição vem capacitando e apoiando gratuitamente 20 projetos sociais e ambientais por ano, por meio de oficinas e formações nas mais diferentes áreas que compreendem o funcionamento das organizações dedicadas a transformar a realidade brasileira.

Para celebrar esse marco do Projeto Legado e reunir representantes de uma centena de projetos, o Instituto Legado realiza no próximo dia 29 de novembro o Legado Experiência, uma noite de comemoração, marcada por manifestações artísticas, premiações e networking com investidores, apoiadores, voluntários e empreendedores do setor.

Por meio de formações na área jurídica, passando por aspectos de gestão financeira e comunicação, os beneficiários do programa recebem uma ampla dose de conhecimento e desafios práticos que visam amadurecer as instituições e proporcionar condições para que possam crescer e ampliar seu impacto social.

“Cem organizações não são um número, são no mínimo cem pessoas com nome e sobrenome que fizeram uma escolha de vida, que não têm só um trabalho: elas vivem por uma causa e colocam todo seu conhecimento de vida para desenvolver essa causa; ter movimentado essa rede é algo esplêndido”, analisa a gestora de Projetos do Instituto Legado, Beatriz Groxco.

Os cinco anos de atividade contabilizam mais de 500 horas de capacitação e imersão ofertadas a mais de 200 empreendedores, sem contar os eventos de rede que visam reunir as instituições a fim de fomentar a sinergia de ideias. A equipe de capacitadores inclui profissionais com vasta experiência em seus ramos de atuação e forte ligação com o setor.

O que começou como uma iniciativa concentrada em Curitiba e Região Metropolitana, com o passar do tempo ganhou o Brasil. “O Projeto Legado foi construindo uma trajetória inclusiva, dando voz ao maior número de pessoas possíveis”, avalia Beatriz. Além de alcançar instituições de São Paulo, Minas Gerais e Ceará, o Paraná ampliou sua participação no projeto, incluindo o atendimento a problemas sociais de Palmeira, Guarapuava, Maringá, Piên e Paranaguá, além da vasta penetração na RMC.

Parte do esforço em democratizar o acesso ao conhecimento se refletiu na última edição do programa, tendo como objetivo atingir os municípios com menor IDH do estado, com base em dados do IBGE. O modelo de formações online ampliado em 2017 facilitou a inclusão de participantes de regiões mais distantes de Curitiba. “Por isso esse número 100 é muito importante: ele representa histórias, rostos e trajetórias”, conclui Beatriz.

Premiação 2017 - Como forma de reconhecer os projetos apoiados e incentivá-los, o Projeto Legado também atua com investimento financeiro das instituições que se destacam ao longo de cada edição, apresentando projetos de expansão de impacto que são julgados mais pertinentes por uma banca avaliadora. Treze já foram contempladas com prêmios em dinheiro. As três iniciativas do Projeto Legado 2017 que serão contempladas com o investimento financeiro de R$ 10 mil serão conhecidas durante a noite de celebrações.

Aqueles que conquistaram o prêmio em edições anteriores entregarão o Prêmio Legado de Empreendedorismo Social nas mãos dos novos beneficiados. O Legado Experiência também será marcado por performances artísticas que prometem surpreender e emocionar o público presente. A celebração é aberta aos interessados, mas para garantir presença é preciso se inscrever.

Serviço: Prêmio Legado de Empreendedorismo Social Dia 29/11, a partir das 19h Teatro Fernanda Montenegro – Shopping Novo Batel - Alameda Dom Pedro II, 255 – Batel Incrições: https://goo.gl/forms/gPfeczE3IrLPXBcv2.

Sobre o Instituto Legado - O Instituto Legado acredita que o Empreendedorismo Social é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento econômico e se propõe a ampliar o impacto de iniciativas sociais, causar transformações e deixar um legado.

Atua em três frentes estratégicas: Capacitação, Educação Formal e Fortalecimento de Rede. A capacitação é executada por meio do Projeto Legado, programa que seleciona, capacita, conecta e investe em organizações sociais de alto potencial de impacto. A segunda frente é a Educação Formal. Em parceria com a FAE Business School e o Amani Institute, o Instituto Legado estruturou a primeira pós-graduação em empreendedorismo e negócios sociais do Sul do Brasil.

A terceira frente é o Fortalecimento de Rede, que promove e apoia ações sobre Empreendedorismo, Inovação, Negócios Sociais e Investimento de Impacto com a intenção de tornar Curitiba polo de discussões de relevância nacional e internacional. Para ajudar o fortalecimento da rede, há um ano criado o Legado Socialworking, um coworking exclusivo para negócios sociais. Saiba mais em institutolegado.org.

***Mostra celebra centenário de precursor da Nouvelle Vague***


Crédito da foto: Divulgação.

***Para celebrar os cem anos de nascimento do cineasta francês Jean-Pierre Melville, em 2017, a Fundação Jean-Pierre Melville está promovendo ao redor do mundo uma mostra de obras do diretor restauradas digitalmente. Curitiba recebe ​ "Jean Pierre Melville - O Cineasta Das Sombras​" - Entre os dias 23 e 29 de novembro no Cine Água Verde, às 21h, com ingressos a R$ 5.

“Melville tem uma produção vigorosa de alguns dos mais belos e intrigantes filmes de suspense dos anos 1950 e 1960. Ele dominava como poucos a construção do suspense e sabia criar belos momentos”, diz William Biagioli, produtor da mostra, que conta com o apoio da rede de cinemas Cineplus e do Institut Français.

São sete filmes em exibição: 23/11 - “24 Horas na Vida de um Palhaço” (1946) e “O Silêncio do Mar” (1949), 24/11 - “Bob o Jogador” (1955), 25/11 - “Léon Morin, Padre” (1961), 26/11 - “Técnica de um Delator” (1962), 27/11 - “O Exército das Sombras” (1969), 28/11 - “O Círculo Vermelho” (1970). Biagioli é um dos mais atuantes cineastas do Paraná. Seu trabalho como produtor de mostras cinematográficas inclui as cinco primeiras edições do “Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba”. ​​

Jean-Pierre Melville tem a sua obra associada ao Film Noir (um subgênero do filme policial) e continua a exercer uma forte influência sobre cineastas contemporâneos, entre eles Quentin Tarantino, John Woo, Jim Jarmusch e Masahiro Kobayashi. Melville também foi precursor da Nouvelle Vague (movimento que procurava fugir das regras do cinema comercial). Como roteirista, produtor e ator, ele trabalhou com os maiores astros e estrelas francesas, entre eles, Alain Delon, Jean-Paul Belmondo e Catherine Deneuve.

Serviço: Retrospectiva: ​​Jean Pierre Melville - O Cineasta Das Sombras Quando: De 23 a 29 de novembro Onde: Cine Plus Água Verde (Shopping Água Verde, Av. Rep. Argentina, 1927, Água Verde) Horário: 21h - Quanto: R$ 5.

***Miscigenação musical: Makai traz em suas influências do samba ao rock***


Crédito da foto: Divulgação.

***Depois de alguns anos em processo de produção, a Makai está de volta ao cenário musical brasileiro. A banda, que surgiu em 2011 com o vocalista Renato Beltrão, amadureceu e traz consigo a ideia de apresentar ao seu público letras carregadas de filosofia, visão dos fatos e sentimentos, e miscigenação sonora da banda.

“A Makai nasceu, no começo, para ser apenas uma banda de amigos da faculdade, para fazer um som para a galera e curtir. Porém, com o passar dos anos, percebemos que, com nossa música, conseguimos trazer boas energias e alegria por onde passamos”, explica Bruno Beltrão, baixista da banda.

Formada por cinco músicos: Bruno Beltrão, baixista; Angelo Signori, guitarrista e backing vocal; Renato Beltrão, guitarrista solo e vocalista; Rodrigo Rocha, percussionista; e Leandro Souza, baterista, a Makai prefere não se rotular e traz como influências musicais diferentes sonoridades, como samba, rock, baião e reggae. “Costumamos brincar que nosso som é uma miscigenação sonora”, comenta Bruno.

Em sua bagagem, a Makai traz diversas apresentações, desde barzinhos/pubs curitibanos, eventos universitários, até grandes shows. “Passamos por muitos lugares, inclusive eventos nacionais, como o Estação Pedreira, em 2015, que contou com a participação de nossos amigos Rafael Machado, do Chimarruts e Vitor Kley; Arena Mundo RIC; e na Live Curitiba, em 2016, no qual tocamos com a Damatz e Armandinho”, comemora o baixista.

Para 2018, a banda já tem compromisso: é o lançamento do primeiro álbum, “A Letra”. “Foram 3 anos de preparação, tanto musical como pessoal, uma fase de crescimento em todos os sentidos. No processo de criação musical, colocamos um pouco de cada um, livremente e chegamos em um resultado que nos surpreendeu.

Uma das coisas que prezamos em nossas letras é levar uma mensagem sincera, positiva e empática, tratamos sobre a realidade conturbada sócio-política em que vivemos hoje, mas nunca deixando de lado o sentimento, a natureza do amor, da amizade, alegria - isso nos dá prazer de fazer”, afirma Bruno. O álbum ainda não tem data de lançamento marcada, mas será no começo de 2018. Para saber mais sobre a Makai, acesse: www.makai.com.br, pelo https://www.facebook.com/makaioficial, ou pelo www.instagram.com/makaioficial.

Conheça mais sobre os músicos

Bruno Beltrão (Baixista) – “Nasci praticamente dentro da música. Desde pequeno minha mãe colocava fita do Tchaikovski para eu dormir. Em um certo dia tivemos que levar uma influência musical para a escola, a maioria levou Patati Patata e Sandy e Junior, quando cheguei com a fita de um maestro até a professora se assustou, pensou que eu tinha levado a fita errada. Morava na mesma casa que meus tios, onde construíram um estúdio na parte de cima e atrás da casa.

Nessa fase da minha vida, ouvi muito rock como Kiss, Perl Jam, e Nirvanna, por conta das influencias que eles me passaram. Passavam muitas bandas pela minha casa, literalmente, foi aí que comecei a me interessar pela música e arranhar meus primeiros acordes no violão, mas, aos dezesseis anos, peguei o baixo pela primeira vez e me apaixonei. Uma entrada sem saída.”

Angelo Signori (Guitarra solo/Backing Vocal) – “Comecei a aprender violão com meu tio quando tinha oito anos. Ele me ensinou os primeiros acordes. Lembro que tinha um livrinho daqueles de cifras em casa, de rock nacional e internacional, e eu ficava vendo as posições dos dedos e comecei a aprender sozinho acordes novos e a partir daí não parei mais.”

Renato Beltrão (Guitarra base/Vocalista) – “Desde bebê tinha encanto pela música. Aos 4 anos, minha mãe me colocou em aulas para musicalização. Ficava sempre ouvindo ela tocar seu teclado (que hoje em dia está comigo). Me lembro de ouvir muito sertanejo e Mamonas Assassinas na minha infância, sempre gritando e pulando, ouvindo a velha fita k7 ou os cds de Leandro e Leonardo, cantando sempre a letra inteira e acompanhando a melodia de voz.

Aos 14, ganhei meu primeiro violão, pequenininho (me lembro que seu preço foi 58 reais) e comecei a aprender sozinho, olhando sites de cifra. A partir daí tive muitas fases de encantamento por vários artistas: me vestia uma época igual o Cazuza; já fui beatlemaníaco na adolescência e fiz minha segunda tatuagem em homenagem a Raul Seixas. Fora as várias outras pequenas paixões como Elvis, Bob Marley, entre outros... Pós isso tudo, surgiu a Makai e eu pude realizar o sonho de ter uma banda.

Meu primeiro (19 anos) e último show (2017) realizados foram com esta formosa banda de pop rock reggae funky e mil e uma influências... Hoje, passeando pelos caminhos da produção musical e pelas cordas e trastes da guitarra, o plano é ter mil músicas lançadas, montar uma obra extensa e falar sobre tudo, do amor à dor... Da zueira à crítica política. Fazer música com amor, como propósito de vida. A intenção não é ego, nem fama...Nem grana. É fazer o que a gente ama. “E se não der certo?” Me perguntam. DAÍ eu respondo: já deu.”

Rodrigo Rocha "Drew" (Percussionista) – “Comecei na música com aulas de violão na escola, aos 12 anos. Após alguns meses frequentando as aulas de violão, fui estudar contra-baixo em uma escola de música no bairro onde fui criado. Próximo aos meus 14 anos, pela influência da minha família e amigos próximos, fui apresentado ao Choro e ao Samba e assim comecei os meus estudos como auto-didata na percussão.

Com 21 anos, após uma experiência que tive em um período em que morei fora, comecei os estudos na área da produção musical, gravação e mixagem. Com 23 anos, ingressei ao estudo musical teórico no Conservatório de MPB de Curitiba em bateria e percussão, me formei em percussão e continuo meus estudos na música e produção até hoje.”

Leandro Sousa "Kiko" (Baterista) – “Meu sonho sempre foi tocar bateria, mas, por não ter espaço e nem condições financeiras na época, comecei a tocar violão aos 15. Aos 17, toquei guitarra e cheguei a gravar dois cds. Aos 25, Guilherme Cescatto e Henrique Monich me convidaram para montar uma banda como baterista junto com Renato Beltrão. Era o início da Makai. Comprei uma bateria usada e comecei a tirar músicas sozinho em casa para tocar com a banda nos sábados à tarde. Os primeiros ensaios da Makai como banda (com batera) foram na minha casa.”
 
***Fisioterapia Pélvica: O que ela pode fazer por você***

***O assoalho pélvico é uma estrutura de fundamental importância para sustentação de órgãos, para manter a continência urinária e também para que haja uma boa função sexual. 

Ele é formado por músculos, ligamentos, fáscias e ossos que, em conjunto, darão todo o suporte necessário ao organismo. Quando uma dessas estruturas está lesionada ou não está forte o suficiente pode haver várias consequências como a incontinência urinária, incontinência anal (fezes e flatos), bexiga hiperativa, prolapsos de órgãos pélvicos, constipação, distúrbios miccionais e disfunções sexuais.

A fisioterapia pélvica é reconhecida como a primeira linha de tratamento conservador dessas disfunções. “Para que os resultados sejam bem-sucedidos em longo prazo é necessário disciplina e comprometimento do paciente com os exercícios propostos, associados ou não a medicamentos”, diz a fisioterapeuta Viviane Sobania. Quanto mais precocemente o paciente for encaminhado e realizar a fisioterapia pélvica, melhor será o resultado do tratamento.

Esta área da fisioterapia atua na prevenção e tratamento conservador das diferentes disfunções da região pélvica, mais especificamente relacionada a musculatura que envolve o assoalho pélvico, também chamado de períneo. Abrange tratamentos nas áreas de Urologia (sistema urinário), Ginecologia (sistema ginecológico), Coloproctologia (sistema intestinal e estruturas relacionadas), Sexologia e Obstetrícia (Pré e Pós parto).

Entre as técnicas aplicadas estão o diário miccional, tratamento comportamental, neuromodulação, biofeedback por EMG e treinamento dos músculos do assoalho pélvico. Após uma avaliação profissional, são definidos todos os protocolos necessários para cada paciente visando sempre a melhora de sua condição e bem estar.

***Realidade Virtual: Mergulhe em experiências sensoriais***

***Entreter, impressionar e proporcionar uma imersão tecnológica diferenciada. Essa é a proposta da experiência de realidade virtual oferecida pelo Checkpoint VR, um espaço que foi aberto há poucos meses e vem fazendo muito sucesso.

Ao entrar no local as pessoas se deparam com sensores de movimento, câmeras e óculos, em salas tematizadas que permitem uma imersão completa nos games por meio da realidade virtual. São mais de 30 jogos entre PlayStation VR e HTC Vive, e esse número cresce ainda mais quando se leva em conta as experiências disponíveis para Samsung Gear VR. O Checkpoint VR prioriza a atualização, entregando os maiores lançamentos e também mantendo os dispositivos e sistemas sempre nas versões mais recentes.

Dentro do arcade (como o espaço é denominado) as experiências de realidade virtual superam às expectativas de pessoas de todos os perfis e de todas as idades. É possível se divertir com games musicais como o AudioShield que oferece uma interação com o YouTube, passear de montanha russa, visitar diversos lugares do mundo, entrar em mundo devastado e cheio de zumbis e monstros ou, ainda, se transformar no Batman dentro do game Arkham VR.

Para os menos familiarizados com tecnologia, é possível passear pelo oceano como se estivesse mergulhando ou observar o céu à noite. As experiências de realidade virtual já são muito conhecidas e utilizadas no mundo inteiro e demonstram ser uma tendência que veio para ficar. O Checkpoint VR fica na rua Francisco Rocha, 353, Sala 13 – Batel e funciona de terça a domingo, das 14h às 21h. Informações e agendamentos: (41)3408-8692 ou (41) 99195-5106.

***Lounge de Natal no antigo Edifício Mesbla tem vista privilegiada para espetáculo do Palácio Avenida, em Curitiba***


Crédito da foto: André Bezerra.

***A Araçá Eventos e o Campus Universitário UniSociesc assinam o Lounge de Natal como uma das melhores vistas para o espetáculo natalino do Palácio Avenida, este ano, em Curitiba.

O Lounge Araçá UniSociesc será no edifício Mesbla, campus do Centro Universitário, ao lado do Palácio Avenida, na Avenida Luiz Xavier, n.º 40. Numa área ambientada, as pessoas poderão apreciar o espetáculo “O Palácio Encantado” do Natal Bradesco, com comidas e bebidas para adultos e crianças.

As apresentações podem ser vistas do lounge nos finais de semana, dias 2 e 3, 8 a 10 e 15 a 17 de dezembro. Na data de estreia do evento, 1.º de dezembro, o lounge está reservado para o UniSociesc. O espetáculo começa às 20h15, mas o lounge estará aberto a partir das 18 horas.

O investimento é de R$ 150,00 para adultos, R$ 100,00 para crianças e menores de dois anos não pagam. Os lugares são limitados – 100 por dia – e haverá assento para todos na varanda da antiga Mesbla, no primeiro andar. Os ingressos estão à venda no Diskingressos pelo telefone 41 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br. Mais informações pelo WhatsApp 41 99103-3880.

Serviço: Lounge de Natal Araçá-UniSociesc Dias: 2,3,8,9,10,15, 16 e 17 de dezembro de 2017 Endereço: Edifício Mesbla, na Rua Luiz Xavier, n.º 40 Aberto a partir das 18 horas. Ingressos: R$ 150,00 (adultos), RS 100,00 (crianças); menores de dois anos não pagam.

***Editora Positivo conquista Top Educação 2017***


Crédito da foto: Divulgação.

Na foto: Damila Bonato, gerente de produto da Editora Positivo, recebe o prêmio.

***A Editora Positivo recebe, pela quinta vez consecutiva, o Prêmio Top Educação,que tem como objetivo apontar as marcas mais lembradas entre as empresas que atuam na área de educação. Desenvolvido pela Editora Segmento e com votação aberta ao público em geral, o prêmio tem seu resultado divulgado na revista Educação. A Editora Positivo foi reconhecida na categoria Sistema de Ensino para a Área Pública, com o Aprende Brasil, um sistema de ensino completo, dinâmico e moderno presente em mais de 2 mil escolas públicas do país.

O Aprende Brasil oferece um conjunto de soluções para a rede de ensino pública - que contempla material didático, portal, assessoria pedagógica aos professores e uma coordenação pedagógica regional - que auxilia os gestores educacionais no processo de implementação do sistema na região, oferece atendimento às demandas educacionais específicas da localidade, orienta e participa de reuniões com coordenadores e diretores das escolas, além da comunidade escolar.

O material didático pode ser personalizado para cada município e os livros são integrados com o portal, apresentando conteúdos e atividades de todas as áreas do conhecimento. A assessoria pedagógica atende aos docentes por meio de cursos presenciais e à distância, utilizando estratégias como webconferências, webatendimentos e e-mails.

O sistema possui ainda o Hábile (Sistema de Avaliação Positivo) baseado na TRI (Teoria de Resposta ao Item) e o SIMEB (Sistema de Monitoramento Educacional do Brasil), que auxilia na gestão educacional e no planejamento da rede de ensino. “Fruto de um incessante trabalho de pesquisa da Editora Positivo, o Aprende Brasil é elaborado por um grupo que tem a educação em seu DNA e com profissionais que procuram ouvir e entender um mercado cada dia mais exigente”, afirma a gerente de produto da Editora Positivo, Damila Bonato. Segundo ela, mais de 330 mil alunos, em 220 municípios brasileiros, utilizam o sistema, atualmente.

Pioneira em sistemas de educação, a Editora Positivo está há 38 anos no mercado e, além da confiança conquistada ao longo dos anos, procura oferecer coleções didáticas inovadoras e adequadas às diferentes realidades das escolas de todo o país. Para isso, utiliza uma metodologia própria, desenvolvida em conjunto com autores que possuem vasta experiência em sala de aula e que prevê desde a concepção dos livros didáticos integrados até a orientação quanto a sua melhor aplicabilidade. Saiba mais em http://www.premiotopeducacao.com.br.

Sobre a Editora Positivo - Fundada há 37 anos, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino.

Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Para a rede pública a editora disponibiliza o Sistema de Ensino Aprende Brasil. Já as escolas particulares contam com o Sistema Positivo de Ensino. Mais de 800 mil alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

***Meio milhão nas mesas de Curitiba***


Crédito das fotos: Fabiano Hugen.

***O complexo de entretenimento Lounge Batel traz a Curitiba, em fevereiro, pela primeira vez um dos conhecidos e seletos campeonatos de Poker realizados pela argentina LL Eventos, do empresário Luís Ricardo Losada.


O primeiro Super High Roller do Batel Poker Clube tem como prêmio 500 mil reais garantidos. São esperados jogadores de todo o Brasil e da América do Sul. O ganhador do torneio também receberá um bracelete de ouro com letras cravejadas em diamante.

***Últimos dias do Festival do Pão com Bolinho***


Crédito da foto: Divulgação.

***Quem ainda não experimentou o pão com bolinho à parmegiana, servido no Canabenta pelo Festival do Pão com Bolinho, tem até domingo (26/11) para aproveitar o clássico de boteco a R$ 10,90.

A opção da casa é feita no pão francês e contém bolinho de carne, queijo e molho de tomate. O Canabenta funciona de terça a quinta-feira, das 17h à meia-noite; sexta-feira e sábado, das 17h às 1h30, e domingo, das 15h às 23h.

Serviço: CanaBenta Rua Itupava, 1.431, Alto da XV (41) 3019.6898 | www.canabenta.com.br - @canabenta | www.facebook.com/canabenta.

***Emporium Handmade – edição de Natal é neste final de semana***


Crédito da foto: Divulgação.

***Comprar produtos direto de quem faz não é só um bom estímulo à economia quanto surpreendente no quesito originalidade e preço. Será realizada neste final de semana (25 e 26 de novembro) a Emporium Handmade, que chega a sua 11.a edição mostrando a vitalidade de movimento autoral. A feira multicultural acontece no Clube Morgenau e tem entrada gratuita. Este é o evento curitibano que acompanhou o crescimento e a valorização do feito à mão e revelou marcas que se firmaram neste cenário.

A edição de Natal não será diferente, a curadoria selecionou um mix de marcas que representam as tendências de consumo atuais com destaque para cosméticos naturais (livre de aditivos químicos), bordados, artesanato em tecido e madeira, acessórios para cabelo, comida vegana, produtos customizados, slow fashion, acessórios para pets, entre outros. “Quando começamos em 2014 o movimento autoral ainda era restrito, mas aos poucos vimos as marcas se firmarem e o interesse do público crescer para esse consumo mais consciente, que faz girar as ecnomias locais”, conta a artesã e idealizadora da Emporium Handmade, Meroly Felizardo.

Além de conhecer as novidades, participar das apresentações culturais e workshops, o visitante poderá escolher presentes de Natal para a família inteira com ótimo custo-benefício. “Difícil sair da Emporium sem ao menos uma lembrança singela, mas que carrega grande energia e significado, pois é feita com as mãos”, resume Melory. Mais do que de produtos, a Emporium Handmade é um grande encontro de pessoas com objetivos semelhantes. Por isso, compartilhamos com vocês alguns depoimentos de participantes sobre a feira.

Essas pessoas são representantes de uma nova economia que se fortalalece a cada dia: “Conheci muitas marcas e estamos desenvolvendo parcerias dentro das feiras. Muitos clientes que tenho hoje me conheceram na Emporium. A organização e energia desse evento são maravilhosos!”, Isabela May, da Misadorea (acessórios) - “Através da Emporium minha marca se tornou mais conhecida e eu também cresci profissionalmente e como pessoa, pois eu tenho convivido com profissionais e pessoas da mais alta estirpe.

O Emporium Handmade é para mim uma família”, Sérgio Miranda de Lima, Jardim de Vidro Terráreos - “A Emporium para mim é uma referência, com um público participativo e de alto nível, não apenas no aspecto econômico, mais um público que sabe valorizar o trabalho criativo e feito com dedicação, além de ser uma importante vitrine para promover e divulgar meu negócio”, Janaína Sousa, Sra. Geleia - “A EmpHand me tirou da toca. Participo desde a primeira edição. Minha marca tornou-se conhecida, e eu muito mais confiante e segura”. Patrícia Castilho, Atelier Pati Castilho -

Feito à Mão - “O público sente a diferença dessa feira e, nós, artesãos, também. Os visitantes se interessam pela história por trás dos produtos, sabem o valor e o diferencial do trabalho artesanal. Não é só a venda que alegra, é um olhar atento, interessado, é um elogio, um sorriso. É o reconhecimento que todo artesão quer. Isso não tem preço!” Mirian Moraes, Arte ao Vento. “A Varanda Varandinha teve sua primeira aparição para o publico na 1a. Emporium Handmade. De lá pra cá, participamos de todas as edições, em Curitiba e em Joinville.

A Emporium atrai um público muito conectado com o nosso propósito, um público que adotou uma postura de consumo consciente, que compra e valoriza o trabalho autoral e manual”, Patrícia Forlan, Varanda, Varandinha - “As marcas se beneficiam desse evento com as vendas nos dias e posteriormente através de contatos que surgem após. Jô Ribas, Coisa &Tal - “A Emporium tem sido minha vitrine.

Além do apoio dos idealizadores, tenho contato com outras marcas que me ajudam a avaliar meu trabalho,”. Silvia Dias Jorge, Fabricata - “Como a marca é nova, participar da Emporium será uma oportunidade única de mostrar nossa marca para um público exigente, que sabe valorizar o trabalho local”, Thais Lazzarini, ETKS. “A chance das pessoas verem o produto ao vivo tem um aumento significativo no crescimento da marca”, Fernanda Nasser Farion, Estudio Eulália (bordados).

Serviço: 11.a Emporium Handmade – Edição Natalina Clube Sociedade Morgenau - Av. Senador Souza Naves, 945 - Cristo Rei Dias 25 e 26 de dezembro – sábado, das 11h às 20h, e domingo das 10h às 19h Entrada gratuita - Aceita cartões de crédito e débito. Estacionamento conveniado.

***Festa do Rocio 2017 marca Paranaguá no turismo religioso do país***


Crédito das fotos: Giolete Babinski.

***A festa em louvor à Nossa Senhora do Rocio, Padroeira do Paraná, conhecida popularmente como Festa do Rocio, foi encerrada no último domingo, 19, com uma missa de ação de graças. O apoio dos meios de comunicação, a divulgação e a participação popular marcaram a 204 ª edição que foi organizada pelos missionários redentoristas Joaquim Parron e Jorge Tarachuque e pelo empresário Milton Costa.

Todos os anos o evento é realizado pela Mitra Diocesana de Paranaguá e a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A edição de 2017 teve pontos importantes como a revitalização do Santuário e o apoio da prefeitura e câmara para a proteção da festa como patrimônio da cidade.


Considerando a importância histórica, cultural e econômica do Santuário do Rocio, o polo de turismo religioso mais conhecido do Paraná, foi assinada pelo prefeito Marcelo Roque a lei 3.679 que “Declara como Patrimônio Imaterial Cultural e Intangível do município de Paranaguá a Procissão de Nossa Senhora do Rosário do Rocio”.

A assinatura foi no dia da padroeira, 15 de novembro, e contou com a presença do Bispo da Diocese, Dom Edmar Peron, vereadores, autoridades e de todos os devotos e romeiros presentes na missa celebrada antes da procissão solene.


A organização estima que passaram pela festa em torno de 150 mil pessoas considerando a parte religiosa com novenas, missas e procissões e a parte cultural nos shows, feira e parque. Este ano os redentoristas, responsáveis pela administração do Santuário, consideraram como um ponto importante deste ano, a maior participação da população local que correspondeu ao pedido das equipes de organização.

Exemplo disso foi quando os devotos acenderam seus celulares na procissão do retorno, dia 16, formando um caminho de luz até a igreja, um dos momentos mais comentados da festa. A TVCI, canal local de televisão, fez uma cobertura completa, o Santuário registrou toda a programação no seu facebook e vários canais de televisão, jornais, sites e outras mídias divulgaram o evento. Os registros históricos e a tradição local tornaram conhecida a imagem que apareceu nas redes do pescador Berê, na Baía de Paranaguá, em meados do século 17.

Depois, quando vinham ao porto, os marinheiros e viajantes levaram a história para os mais diversos lugares do mundo. Agora são os comentários dos turistas, os testemunhos dos romeiros e a divulgação nas redes sociais que aumentam a festa a cada ano. A Festa do Rocio, preservada e organizada coloca Paranaguá na lista dos mais conhecidos centros de turismo religioso do país.

***Caixa Cultural traz a Curitiba a exposição, “O Tempo Dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália”***


Crédito das fotos: Divulgação.

***A Caixa Cultural traz a Curitiba a exposição “O Tempo dos Sonhos: A Arte Aborígene Contemporânea da Austrália”. Com um acervo de mais de 70 obras entre pinturas, esculturas, litografias e bark paintings (pinturas em entrecasca de eucalipto), a mostra apresenta a expressão artística e as narrativas da cultura aborígene. Com estreia no dia 28 de novembro – e abertura ao público entre 29 de novembro de 2017 e 07 de janeiro de 2018 – a visitação é gratuita.

A seleção abrange obras desde a década de 1970, período em que a Austrália deu início a políticas de valorização e resgate dessas comunidades, e de um movimento em prol da difusão de sua rica e diversificada arte. A exposição é composta por peças da Coo-ee Art Gallery, a mais antiga e respeitada galeria de arte aborígene da Oceania, além de obras de instituições governamentais australianas e também de coleções privadas. Segundo o curador Clay D’ Paula, especialista em História da Arte pela Universidade de Sidney, a mostra é representativa da variedade e da vitalidade dos estilos artísticos encontrados nas diversas regiões australianas.


As obras selecionadas situam-se entre a abstração e a figuração. A maioria dos povos aborígenes utiliza símbolos, e não a linguagem escrita. A estética desses artistas é inspirada em narrativas e histórias repassadas de geração a geração, e exprimem, muitas vezes, o seu relacionamento com o universo, a natureza e a espiritualidade. Ao longo da mostra, é possível perceber as diferenças no design, no estilo e nas cores da paleta dos artistas de cada região.

A paisagem presente na arte produzida na região de Kimberly, por exemplo, revela uma terra de grandes contrastes, cheia de rios e cachoeiras. Arnhem Land (Terra de Arnhem) é a região das bark paintings. Em Tiwi Island (Ilhas Tiwi), as obras trazem elementos de design geométrico relacionados a lugares sagrados ou a mudança das estações. E nas obras da região de Balgo, os visitantes poderão observar a presença de cores intensas, muitos tons de verde, roxo e cores brilhantes. Estes trabalhos são denominados "arte do isolamento", pois são produzidos no deserto ocidental da Austrália. Já a arte dos aborígenes que vivem nos centros urbanos traz questões ligadas às mazelas da colonização e à discriminação ainda sofrida por eles.

As diferenças da arte produzida em cada região passam também pelas técnicas utilizadas. Ilana Goldstein, antropóloga e consultora da exposição, aponta algumas dessas diferenças: "Os materiais que são comumente utilizados no Deserto Central da Austrália, como tinta acrílica, tela e pincéis industrializados, não são utilizados pelos artistas da região de Arnhem Land, no norte tropical da Austrália. Os artistas dessa região preferem usar camadas do tronco do eucalipto nativo, tintas feitas de minerais do solo, pincéis de fios de cabelo e gravetos". As obras selecionadas para a exposição foram produzidas por artistas renomados que já tiveram trabalhos expostos no MoMA e Metropolitan de Nova Iorque.


Também passaram pelas bienais de Veneza, São Paulo e Sidney, entre outros eventos de prestígio internacional, como o Documenta, em Kassel, na Alemanha. “Essa coleção é um presente à população brasileira. Em um acervo de mais de três mil obras, selecionamos aquelas mais significativas. Muitas já foram publicadas em inúmeros catálogos de arte, citadas em teses de dourado e exibidas em várias instituições na Austrália, Europa e Estados Unidos”, conta o brasileiro Clay D´Paula que divide a curadoria com os australianos Adrian Newstead e Djon Mundine.

Os artistas - A exposição traz obras de artistas de diversas trajetórias: aqueles que utilizam elementos tradicionais, com pouco contato com o mundo ocidental, e também os ditos "artistas urbanos", que possuem formação universitária e se relacionam com a arte contemporânea. Na percepção da antropóloga Ilana Goldstein, "na questão da formalidade, as telas abstratas de artistas como Emily Kame e Rover Thomas aliam deleite estético com conteúdos cosmológicos tradicionais, e não pretendem fazer provocações conceituais. Já os artistas aborígenes urbanos fazem releituras satíricas da história da arte e questionam a lógica do sistema das artes, como no caso de Richard Bell, autor do trabalho ‘Aboriginal art is a white thing’, e de Lin Onus, que se apropria da gravura ‘A onda’ do japonês Hokusai.

Um dos artistas de maior projeção internacional, Rover Thomas (1926-1998), com seus cenários de cor ocre, mudou a percepção paisagística australiana. Thomas também foi responsável por um novo ritual nas cerimônias do povo Gija, que consiste em inserir tábuas pintadas no rito já tradicional. A tia dele, Queenie McKenzie (1930-1998), que também tem obras na exposição, foi a responsável por começar a pintar as tábuas cerimoniais.

Outra artista de destaque na exposição é Emily Kame Kngwarreye (1910-1996), considerada uma das maiores pintoras expressionistas do século XX. Emily começou a pintar aos 79 anos e se tornou a artista mais querida da Austrália. Ela representou o país na Bienal de Veneza e em outros eventos de arte internacional. Suas obras, que parecem abstratas, trazem elementos como nuvens, água, vegetação e flores do deserto, que compõem narrativas e histórias herdadas de seus ancestrais.

Já Kathleen Patyarre (1934), que é sobrinha de Emily Kame, é autora de pinturas que retratam mapas mentais das regiões por onde caminhou com seus pais durante a infância. Muito prestigiada, ela é recordista em convites para exposições. Lily Nungarayi Hargraves (1930), anciã da tribo Lajamanu, é responsável pela cerimônia de iniciação feminina chamada “O Sonhar das Mulheres” e já pintou diversas telas relacionadas a este ritual, inclusive a que está presente na exposição. Suas obras já foram expostas na França e nos Estados Unidos.

Richard Bell (1953), por sua vez, é um "artista urbano”, de origem Kamilaroi, que se tornou ativista em prol dos direitos das populações indígenas. Suas críticas mais contundentes se dirigem à folclorização do aborígene. Outro “artista urbano” é Lin Onus (1948-1996), descendente da etnia Yorta Yorta. Ele deixou trabalhos com teor histórico, muitas vezes irônicos e provocativos, caracterizados pela figuração realista.

Uma das obras expostas tem inspiração na xilogravura "A Onda", de 1829, do japonês Katsushika Hokusai. Na recriação de Lin Onus, um cão (herança do colonizador branco) surfa sobre a arraia (animal sagrado, sereno e equilibrado), apesar do perigo iminente. É possível que a tela, em seu conjunto, remeta à capacidade dos povos aborígenes de se reinventarem constantemente, se adaptarem a novas realidades e assimilarem influências de diferentes origens, sem necessariamente perder o prumo. Um exemplo da importância da arte aborígene para o mercado das artes vem de Clifford Possum Tjapaltjarrl (1933-2002), da etnia Anmatyerre que vive no deserto australiano.

Ele teve uma tela leiloada por 2,4 milhões de dólares, em 2007, na Southeby’s, arrematada pela National Gallery of Australia. Trata-se de tela produzida em 1977, que condensa diversos fragmentos míticos. Clifford já teve uma obra apresentada no Brasil, durante a Bienal de São Paulo de 1983. Thompson Yulidjirri (1930) é representante do estilo “raio X”, que traz certa continuidade das pinturas rupestres antigas às bark paintings – imagens executadas sobre entrecasca de árvore. Tal estilo, que usa a representação dos ossos e vísceras dentro dos corpos, como se fossem transparentes, pode ser observado na prancha intitulada Canguru, de 1985.

Além de mostrar as diversas expressões, a exuberância, a vitalidade e a história da arte aborígene ao povo brasileiro, a exposição também estimula a atenção para a arte indígena produzida no Brasil. Enquanto o estilo aborígene australiano é mostrado em vários museus de arte, as expressões artísticas dos indígenas brasileiros são tidas, em sua grande maioria, como artesanato. O Xoha Karajá é um artista indígena brasileiro, da etnia Iny/Karajá. Sua obra foi especialmente comissionada para integrar a exposição. Trata-se de uma mandala, com significado bastante forte: a harmonia entre todos os povos.

Sobre as bark paintings - As bark paintings compõem a arte aborígene característica de Arnhem Land, no norte tropical. Foram as primeiras obras aborígenes a conquistar a atenção do público ao redor do mundo. São pinturas sobre entrecasca de eucalipto, conhecidas desde o início do século XX, e feitas com pigmentos naturais nos tons ocre, branco, vermelho e preto. Essas obras carregam complexas simbologias associadas aos clãs e aos ancestrais. Em geral, as bark paintings são figurativas e funcionam como narrativas visuais sobre passagens míticas.

Os pincéis utilizados em algumas delas são feitos com cabelos humanos. Além disso, são usados pigmentos naturais, com materiais orgânicos. O curador Clay D'Paula enfatiza que as bark paintings estão entre as formas de expressão artística mais antigas do mundo, e, provavelmente, podem ser datadas do mesmo período das pinturas rupestres, feitas há 40 mil anos. “No entanto, essa forma de arte pode ser tão contemporânea como qualquer outra, e muito aberta à inovação" destaca D’Paula.

“O Tempo dos Sonhos” - O título da exposição resgata a mitologia aborígene sobre a criação do universo e a forma como esses povos registram o conhecimento transmitido de geração a geração. De acordo com a crença, o “Tempo do Sonho” é uma era sagrada na qual espíritos ancestrais formaram o mundo e as leis que o regem. Para os aborígenes, “sonhar” é viver em sintonia com o mundo natural; é aprender com a natureza e as pessoas que os cercam e contribuir para o ensinamento aos mais jovens. O conhecimento é retratado pelas pinturas e demais obras, caracterizadas por iconografia peculiar. Para o artista aborígene, pintar os “sonhos” representa transmitir ideias e histórias a fim de mantê-las vivas. Nessas comunidades, o fazer artístico é, portanto, prática fundamental para transmissão do conhecimento sobre o universo.

História da arte aborígene australiana - A arte aborígene é a mais antiga tradição artística contínua do mundo. Antes, tais expressões artísticas eram tratadas como mero ofício dos povos aborígenes, frutos do ato de criar peças e símbolos que os ajudavam na lida diária. A partir de 1950, porém, o fazer aborígene começou a ser tratado como arte. Tal história apresenta várias fases que se sobrepõem, e têm fronteiras indefinidas. A década de 1970 marca o reconhecimento da arte aborígene, que passa da condição de atividade etnográfica à classificação como artes plásticas vivas, com a abertura de dezenas de cooperativas em comunidades indígenas.

Uma das razões da inserção da arte aborígene no mercado internacional foi a iniciativa do governo australiano que criou o Aboriginal Arts Board, em 1973. Composto por representantes indígenas, o órgão comprou, regularmente, durante 20 anos, obras para coleções públicas, sendo que algumas foram doadas para embaixadas e museus ao redor do mundo, ou inseridas em exposições nacionais e internacionais. Trata-se de um processo que levou décadas e só foi possível devido ao engajamento de uma série de pessoas e instituições e, sobretudo, em razão da criação de políticas públicas voltadas ao fomento da produção artística indígena.

Na atualidade, a arte aborígene da Austrália movimenta cerca de 200 milhões de dólares por ano. Estima-se que haja mais de sete mil artistas aborígenes no país – e que 50% dos artistas australianos descendam de indígenas. Atualmente, os povos aborígenes criam suas peças com o intuito de produzir arte inspirada nas tradições indígenas, e não utensílios. “A arte aborígene é sinônimo de resiliência, resistência e afirmação. Existe algo mais contemporâneo que isso?”, ressalta Clay D’Paula.

Seminário: Jornada de Arte Indígena - No dia da abertura da exposição “O Tempo dos Sonhos: A Arte Aborígene Contemporânea da Austrália” também será realizada a Jornada de Arte Indígena. Trata-se de um seminário que pretende oferecer um momento de reflexão a respeito dessas manifestações artísticas e seus significados. O objetivo é reunir interessados nas interfaces entre cultura e desenvolvimento, diversidade cultural e experiência estética, arte e cidadania, além de inspirar o surgimento de iniciativas de fomento às formas indígenas de expressão artística no Brasil.

Dirigido a pesquisadores, estudantes, artistas, lideranças indígenas, colecionadores e apreciadores de arte, o seminário vai contar com a participação de Clay D´Paula, especializado em Arte & Curadoria na Universidade de Sidney, Austrália, e estudos em arte indígena australiana na Art Gallery of New South Wales; Ilana Goldstein, antropóloga, pesquisadora e especialista em Arte Aborígene Contemporânea da Austrália – com a única tese de doutorado sobre o assunto no Brasil; Carolina Loch, coordenadora Institucional da Bienal de Curitiba; Julianna Rocha Podolan Martins, coordenadora do Museu do Índio de Curitiba e Gustavo Malucelli, artista contemporâneo indígena brasileiro, filho de mãe indígena da etnia Wapichana, de Roraima.

O seminário terá início às 15h e, após a abertura, realizada pelo curador da exposição Clay D’Paula, o evento contará com a palestra de Ilana Seltzer Goldstein que vai falar sobre “O Sistema de Arte Indígena Australiano: Do Tempo dos Sonhos ao Mercado”. Por fim, será realizada uma mesa-redonda com o tema “Perspectivas para a Arte Indígena no Brasil”. Após o encerramento do seminário, será realizada uma visita guiada à exposição “O Tempo dos Sonhos: A Arte Aborígene Contemporânea da Austrália”. As inscrições para o seminário e visita guiada poderão ser feitas mediante a retirada de senha, uma hora antes do evento, até o limite máximo da capacidade do teatro (123 lugares).

Serviço: O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália Local: Caixa Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR) - Galerias Térreo e Mezanino Abertura: 28 de novembro de 2017 (terça-feira), às 19h.

Seminário Jornada de Arte Indígena e Visita Guiada: 28 de novembro de 2017 (terça-feira), às 15h. Inscrição gratuita, por ordem de chegada, uma hora antes do evento, até o limite de lugares do teatro (123 pessoas). Haverá visita guiada à exposição a partir das 18h30. Visitação: 29 de novembro de 2017 a 07 de janeiro de 2018. Horário das galerias: terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 19h. Ingressos: Entrada franca. Informações: (41) 2118-5111 - Classificação etária: Livre para todos os públicos.

***Comédia musical é apresentada no Sesi São José com entrada franca***


Crédito da foto: Divulgação.

***A Companhia de BifeSeco é um coletivo de artistas de diferentes regiões do país que, entre outras pesquisas, explora uma linguagem de comédia contemporânea onde a música e a plasticidade da cena são elementos primordiais na construção narrativa. Em 2016, esse trabalho resultou no espetáculo “Terrível incrível aventura – Um musical fabulesco marítimo”. A montagem fez temporada no Festival de Curitiba com excelente receptividade do público e da crítica especializada a nível nacional.

No sábado (25), a peça chega ao Sesi São José dos Pinhais em única apresentação, com entrada franca. O musical “Terrível Incrível Aventura” conta a saga de um velho cozinheiro de navio chamado Capitão Sham e de sua disputa contra Anton, um estrangeiro vindo do norte e guiado pelo amor e pela afeição da esfomeada e libidinosa Crimeia.

Em suas aventuras por mares turbulentos, Sham se depara com figuras como Jean-Jacqueline, uma mulher trans e também pretendente de Crimeia. O protagonista ainda interage com outros personagens inusitados, como: Almerindo, o nordestino retirante; o tenebroso Crocodilo; Mefisto, que personifica a figura do diabo, e até com a própria morte.

A montagem deixa transparecer em suas caracterizações de personagens, no cenário, na dramaturgia, nas composições autorais e no estilo de atuação, a inspiração da companhia no trabalho do diretor norte-americano Bob Wilson e do autor e diretor brasileiro Gerald Thomas. Trata-se de uma sátira político-musical sobre o Brasil e o mundo atual, a disputa de poder e a beleza da esperança.

Teatro SESI São José dos Pinhais apresenta Espetáculo: “Terrível incrível aventura – Um musical fabulesco marítimo” Data: 25/11 - Horário: 20h Valor: Gratuito. Contribuição voluntária de 1kg de alimento não perecível. Classificação: Livre Local: Teatro SESI São José dos Pinhais Endereço: Rua Quinze de Novembro, 1800 – Centro. Observação: Sujeito a lotação Mais informações: http://www.sesipr.org.br/cultura/EventAgenda27805content358769.shtml. http://www.sesipr.com.br/cultura - https://www.facebook.com/sesiculturapr.

Sesi Cultura – Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local.

O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2016, mais de 927 mil espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 7,5 mil eventos realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de um forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.